"essa maldita vontade de espelho. essa sede insaciável de absoluto, de eterno. sede que não nos dá trégua e que nos afasta de todos os fios do mundo - humanos ou não - com que poderíamos estar tecendo territórios, nos tecendo"
Amor: o impossível… e uma nova suavidade - Suely Rolnik
um devir aranha
tece essa rede de referências.
há
sempre um corte dentro fluxo
sempre um fluxo dentro do corte
Baba Antropofágica, Lygia Clark


Nenhum comentário:
Postar um comentário